domingo, 5 de fevereiro de 2017

USB Tipo C Não Precisa Ser Thunderbolt

Está confuso com a existência do USB-C e o Thunderbolt? Deve está, no momento em que eu estou escrevendo esse artigo, eu ainda não sei tudo sobre essas duas tecnologias. Mas aprendir o básico que um consumidor deve saber assistindo muitos vídeos no Youtube e mandando um e-mail para os implementadores que responderam as minhas dúvidas. Então esse artigo irá juntar tudo o que eu vi e colocar nesse artigo.

Usando o Macbook como referência.

Não sou nenhum fã da Apple, nem sou desses que acham os produtos da Apple extraordinários. Ainda assim reconheço que o iPhone, o primeiro smartphone e usado como molde para os aparelhos atuais, foi uma revolução. O título de empresa mais influente na tecnologia adquirido pela Apple é merecido, mas se não fosse, eu utilizaria como referência mesmo assim pois o objetivo é dá o máximo de solidez possível a esse artigo.

O Macbook já utiliza o USB-C, já o Macbook Air utiliza o USB 3.0 e o Thunderbolt 2, esse segundo não sendo compatível nem com o USB 3.0 nem com o USB-C. Uma curiosidade é notar que o leitor de cartões SD só foram eliminados pela Apple em 2016 com o lançamento do Macbook e Macbook Pro.

Comparação


Já na dupla Macbook e Macbook Pro a única conexão fisica com outros dispositivos é através do conector USB-C. A diferença é que o Macbook possui apenas uma porta USB-C, ou seja, 10Gbps. O Macbook Pro possui quatro portas USB-C, mas esses são Thunderbolt 3, ou seja, 4 portas de 40Gbps cada.

Em ambos os produtos, a conexão USB-C é usada para carregar a bateria, mostrando que a conexão suporta muita potência. No caso do Macbook, que tem apenas uma porta, já existe adaptadores com saida para ligar HDMI, USB-C, USB, SD, tudo ao mesmo tempo. Dessa forma é possivel carregar a bateria usando o USB-C do adaptador, ligar o Mac em um monitor, e transferir dados via USB e SD, tudo isso ao mesmo tempo. E eu estou falando do USB-C original. No caso do USB-C Thunderbolt 3, não seria problema fazer isso tudo em uma única porta das quatro que o Macbook Pro possue. Na verdade o Thunderbolt possue a capacidade de ligar dois displays de 4K em uma única porta, ou um display 5K, contra um display 4K no USB-C.

Comparação

Eu não sei vocês mas eu já estou bastante impressionado com o USB-C original, o Thunderbolt 3 deve ser um prato cheio para os profissionais e entusiastas. Como se não bastasse o cabo do USB-C não possue a única posição de conexão, então você pode colocar "de cabeça pra baixo" que os dispositivos vão se conectar do mesmo jeito.

Conclusão

Eu espero que tenha cumprido o objetivo de esclarecer o básico sobre o USB-C, sua diferença para o Thunderbolt e como os dois vão funcionar e coexistir. Mas isso não é tudo é claro, para profissionais há um arquivo .zip com 60MB de PDFs para baixar de graça sobre o USB, então dá para se aprofundar no assunto. Mas esse artigo acaba aqui para que você confira 2 vídeos mostrando duas das várias formas de se utilizar o USB-C. Uma delas mostra ligando um monitor 4K. Enquanto um Macbook envia um sinal 4K para o monitor o monitor carrega a bateria do notebook. O outro é ligando uma placa de vídeo. Nesse caso o Macbook Pro recebe a energia para a bateria e o processamento da placa de vídeo para dá mais poder gráfico ao notebook. Confira!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Ubuntu Não Lê Cartões SD

Será que você leitor já tentou ler um cartão SD, desses usados em máquinas fotográfica e em smartfones, em um leitor de cartão no Ubuntu? Eu coloquei o cartão da minha câmera para testar, já que eu faço vídeo para o youtube, e o Ubuntu não abriu o SD. Vou colocar aqui a solução antes de tudo. Caso seu Ubuntu 16.04 não esteja lendo o SD, basta reinstalar o "udisk2" com o comando abaixo.

sudo apt-get install --reinstall udisks2

Reinicie o PC e pronto, seu Ubuntu irá reconhecer e montar seu SD card da mesma forma que faz com um pendrive. Essa solução eu encontrei no askubuntu, muito útil mas em inglês apenas.

Hã?

Agora você deve está se perguntando como é que as pessoas estão usando o SD ao invés de usar o USB. Eu também me perguntei isso quando vi que todos os notebooks da Apple, os Macbook, tem uma entrada de cartão SD. Pensei que deve ser algo muito importante para o leitor SD está na linha mais profissional de uma marca de luxo. Pode pensar que é só uma questão de ser antiquado, até assistir um vídeo no youtube de um fanboy da Apple reclamar que os novos Macbook e Macbook Pro não vinham mais com leitor SD. É sério! Assistam o vídeo e vejam.


Mas e o que eu acho disso tem alguma condição de ser a realidade de muitos? Bom, a primeira vez que eu usei o SD, notei uma diferença gigante em relação ao pendrive em dois pontos. O desempenho do SD é muito superior na hora de abrir o cartão, e para colocar o cartão no leitor, temos a certeza de quer o leitor de cartão irá se desgastar muito mais devagar que o USB conforme o tempo passa. É como que o Leitor SD fosse durar 1000 anos e a porta USB fosse ficar folgada em apenas 5 anos. Claro que o SD é mais lento que o USB na leitura e gravação, principalmente o USB type C que substituiu o SD nos novos Macbook e Macbook Pro, mas eu disse que o desempenho do SD é muito maior que o USB 2.0 (ainda não vi o USB Type C) para carregar o cartão.

Mas talvez a minha impressão não seja a favorita da classe média alta que tem um Apple. Sabemos por testemunhas que o USB não tem segurança nenhuma. São famosas as notícias de que Israel e EUA invadiam o sistema de energia nuclear iraniano usando as portas USB, ou a construção de pendrives que fritam seu notebook. Talvez o USB Type C tenha resolvido esses problemas de segurança, mas acho que vai demorar para o consumidor confiar, afinal, o SD tem "segurança" no nome. E o Mac está sendo usado até por tribunais de justiça. Final os novos Macbook e Macbook Pro usam o USB Type C "pra tudo", até para carregar a bateria. Mas novas versões do Macbook Air ainda não foram lançadas, e podemos ver nas imagens da página oficial que ele tem um leitor SD na lateral direita.

Conclusão

Esse pequeno contratempo com o SD mostra que o Ubuntu não está 100%. Outro problema no sistema é que muitos aplicativos não são compatíveis com a cryptografia do sistema, como o Kazam. Mas você pode ver que nos demais é a mesma coisa. No mesmo vídeo acima o rapaz fala das falhas do touchbar e do desempenho do novo Macbook, mas sempre foi assim, com uma atualização posterior para resolver os problemas, inclusive de desempenho. Enquanto isso, um único comando simples no Ubuntu para resolver todo o problema dos cartões SD, é mais do que satisfatório.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Ubuntu Kazam Audio (Resolvido)

Para mim o Ubuntu 16.04 foi um divisor de águas por ser o Ubuntu o único sistema que eu tenho contato durante muito tempo. Foi nessa versão que o sistema não centralizava as configurações do xorg em um único arquivo, mas em uma pasta. Então para configurar o sistema de acordo com seu monitor e placa de vídeo manualmente, basta mover o arquivo .conf renomeado, e já configurado de acordo, para a pasta "/usr/share/X11/xorg.conf.d/". O que o sistema faz é verificar o arquivo com a configuração correta. Essa ideia está também na configuração de aplicativos. Os arquivos estão localizados em uma pasta de mesmo nome no diretório do usuário, assim a configuração não será para todos os usuários. No Kazam não é diferente.

Configurando o arquivo "/home/USUARIO/.config/kazam/kazam.conf" você consegue ativar o áudio. Nada funciona melhor no Linux do que a confiável configuração manual. No arquivo, procure no bloco "[main]" pelo "capture_speakers = False" (para gravar o som da atividade do sistema) e o "capture_microphone = False" (para o microphone) e mude-os para "True". Deve ficar da seguinte forma:

capture_speakers = True
capture_microphone = True




Depois disso, basta controlar o audio do microfone no próprio sistema, usando "configuração de som..." na barra de notificações. Por padrão, o microfone fica em volume muito baixo no Ubuntu. No final dá pra vê que é uma falha no desenvolvimento do ambiente gráfico do Kazam que deve ser resolvido. Mas sabendo que esse problema é fácil de se contornar e o aplicativo tem ótimo desempenho, vale a pena usá-lo para criar vídeos de seu PC funcionando.

Conclusão

Toda vez que você se deparar com um problema, pense que você está usando Linux e há muitos arquivos .conf por ai. Se você não encontrar uma solução fazendo uma pesquisa na internet, talvez a solução seja bem mais prática do que imagina. Não perca tempo procurando, digite sudo updatedb e em seguida use o mlocate para localizar arquivos relacionados ao aplicativo. Eu não demorei muito tempo para descobrir como solucionar o problema do Kazam fazendo dessa forma. No fundo, o Linux é prático assim mesmo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O Ovo Ou A Galinha

Quanto tempo eu fiquei longe desse blog. Faz mais ou menos uns 6 meses que eu não escrevo aqui, mas foi apenas por falta de conteúdo mesmo. Mas nesse artigo eu vou escrever sobre o avanço tecnológico da humanidade nesse século e quem está liderando isso. Pelo que se ver até agora, forças ocultas estão se esforçando para limitar esse assunto ao dilema do "ovo ou a galinha", mas nesse caso já foi superada a dúvida.
A história é bem clara em duas coisas. Nós avançamos muito mais durante a existência da URSS do que em todos os outros momentos da história da humanidade junto. Eles foram os primeiros a enviar um satélite, um ser vivo e depois um homem ao espaço. A URSS também foi o primeiro a construir uma estação espacial, o Mir. Sabemos porque os americanos gostam de dizer que foi a pressão para vencer a guerra que proporcionou o avanço. Agora é diferente.

Me deparei com o artigo do Sputnik resumindo os avanços da China nessa área que mostra que os EUA estão atrás de novo. "A China foi o primeiro país a colocar em órbita um satélite para testar a ligação quântica e um satélite para testar o motor perspectivo EmDrive." O EmDrive é um novo sistema revolucionário de propursão que não requer combustível. Nessa questão parece que voltamos a década de 60 porque a NASA disse que provou que o motor funciona. Parece que a NASA colocou força na ideia de que a China copiou o motor também.

Conclusão

Esse caso mostra que o ocidente sempre vai usar essa ideia de que a China pirateia tudo dos EUA porque a China sempre vai ultrapassar os EUA em muitas coisa. Mas contra essa jogada, a China sempre vai ter aquela velha piada. A Russia pode ter levado o primeiro homem ao espaço, mas o EUA o primeiro a levar o homem para o mundo da lua.

domingo, 10 de julho de 2016

Aprenda Na Prática A Implementar O IPv6 Com CGI.br E C.O.R.E.

Eu me lembro bem quando eu fiz o meu curso técnico em manutenção e suporte em informática. O curso envolvia além de conserto, eletrônica analogica e digital e administração de redes Linux e Windows. No módulo de administração de redes eu fui apresentado ao emulador do CCNA. Como em muitos módulos, não obtive todo o conhecimento. Me arrisco a dizer que, na área geek, há muito preconceito que se esforça para esconder certas informações de certos grupos sociais. É claro que há também a falta de conhecimento e o avanço rápido do desenvolvimento tecnológico para dificultar o aprendizado.

Impedido também de aprender plenamente a desenvolver em flashplayer (em 2006), ou a usar o osciloscopio. Agora ví o flashplayer ser substituído pelo mais simples HTML5. O simulador do CCNA também tem um substituto que está mais do que pronto.

Core-Network



Foi criado pelo laboratório da marinha americana, ponto para o EUA que conseguiu colaborar com algo além da guerra. O core-network tem suporte ao IPv6, o que é excelente para treinar profissionais para a próxima geração de IP. O Core está disponível no repositório oficial do Ubuntu 16.04, então não é necessário se dá ao trabalho de adicionar o repositório ao sistema. Estar disponível para o Linux é o ponto de vitória para o projeto.

CGI.br ensina a implementar o IPv6 usando o Core para aprendizado

O Comiter Gestor da Internet Br, através da sua divisão IPv6.br disponibilizou um PDF para você saber tudo sobre o novo protocolo. Eles já tinham diversos ebooks sobre o assunto, IPSec, Tunel, e outros, mas nesse PDF, todo o aprendizado é baseado na prática usando o emulador de redes da marinha americana. Muito melhor agora. É a situação intermediaria entre o real e a teoria para que o profissional possa passar para o laboratório sem gastar muito.

Um PDF completo sobre toda a prática de implementação do IPv6 e um emulador de rede, tudo de graça. É exatamente como deveria ser. Informação disponível para todos gratuitamente. Esse parece o fim da educação privilegiada ao menos nessa área, a mais importante do mundo.


Conclusão

Esse artigo possui o conjunto mais generoso de informações para quem gostaria de aprender sobre rede de comunicações. Um PDF completo para aprender na prática com o emulador de rede Core, como implementar o protocolo IPv6. Acreditem, essa é a melhor opção que você terá na internet e de graça. Parabenizo a marinha americana e o CGI.br, foi o melhor projeto que eu já vi.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Aproveitaram o Blockchain e Descartaram o Bitcoin

O Bitcoin é uma criptomoeda que está na moda desde 2013 quando chegou a custar certa de US$ 1,300 a unidade. Mas não está saindo desse status. Particularmente não gostei desse projeto por ser o mais admirado pelos liberais. Eu sou socialista. Mas parece que há uma ideia do Bitcoin que pode ser aproveitada, e eu não vou deixar de aproveitar só por ideologia.



Vi um vídeo de uma entrevista com o arquiteto de soluções da IBM Brasil, Juiz Jeronymo. Ele explicou na entrevista, o que a IBM está planejando para a Blockchain, a "tecnologia por tráz do Bitcoin". É importante observar o que ele deixou claro na entrevista. Que a IBM não está envolvida em qualquer projeto de criptomoeda e nem seus clientes, e que o "modelo matemático de concenso" (eu não sei o que ele quis dizer) do Bitcoin não pode ser aproveitado. Em resumo, e até destacado por Jeronymo como uma das 3 vantagens, ele explicou que a IBM está interessada na ideia para combater fraudes. Isso é uma ironia. Dê uma olhada no vídeo, é curto mas bem generoso.

Código Fonte Aberto: Só o Aécio Não Entendeu

Na entrevista o arquiteto Jeronymo revelou que a IBM doou o código fonte básico que a empresa vinha desenvolvendo para a Linux Foundation e juntos, fundaram o projeto Hiper Ledger. Segundo ele, a IBM acredita que essa é a "melhor maneira que o mercado tem de adotar a Blockchain." Com código fonte aberto disponível para todos. Não vou ser bonzinho com a IBM e direi que sua equipe descobriu algo novo para eles. Ninguém seria doido de deixar o seu dinheiro nas mãos de um aplicativo que ninguém sabe como funciona. Parece que só o Aécio Neves não entendeu isso. Mesmo que nossas urnas eletrônicas tivessem código fonte aberto, ele insistiu em aprovar o voto impresso.

Conclusão

Blockchain pode resolver muitos problemas da sociedade e economizar dinheiro. Mas o objetivo principal não é promover o Blockchain, que bom porque é difícil depois de vê quem são os interessados (J.P. Morgan e algumas empresas de derivativos) e quem não está interessado (China). Observe também que o github mostra o projeto todo escrito em Python. Podemos mostrar que o próprio mercado não está interessado na solução que seus admiradores criaram. Lembrando que não se pode descartar a ideia, então vá até lá se informar sobre esse e quem sabe, outros projetos tecnológicos que possam interessar.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Python? Melhor não...

A algum tempo decidir aprender uma linguagem de programação para adquirir conhecimento. Já havia estudado HTML/CSS/ECMAscript/jQuery e PHP, mas não foi por cursos tradicionais e nem me ajudaram muito. O codecademy tem, em português, o curso de Python, por isso resolvi fazer. Mas o tempo mostrou que não foi uma boa escolha.

Primeiro achei que a dificuldade fosse minha, mas logo descobri que havia muitos problemas de tradução no sistema da codecademy que atrapalhavam demais. Logo, descobrir que o Python também era cheio de defeitos. Os que eu localizei foram as falhas de comunicação. Há diferença de sintaxe entre as versões, mas a equipe não deixou isso claro em nenhum momento. Apenas pesquisando por minha própria conta descobri as diferenças entre o Py2 e Py3. Tudo bem, mas ai eu descobrir uma possível falha que ao meu ver, pode ser bem grave.
Será? 😱 https://mobile.twitter.com/TechInfected/status/740551671634395136


Eu não sou programador nem nada, mas pelo que eu aprendi a base da programação é True/False. Exemplo: Se você quiser pesquisar pelo seu nome no banco de dados de alguém, a linguagem de programação vai ver que o seu nome consta na lista. Se sim, ele é "True" e retorna o resultado de tudo o que você quer saber, se não, ele é "False" e dirá que ele não tem seu nome lá. Toda e qualquer programação, escrita em qualquer linguagem, tem como estrutura principal o True/False. Uma falha nesse sentido é intolerável.

Até agora essa é a única notícia sobre essa falha. Nem sei se é uma falha mesmo porque ainda estou aprendendo e não vou arriscar, mas é preocupante. Observe que o Ubuntu tem um utilitário importantíssimo que é escrito em python.

Se não há essa falha, não quer dizer que o Python se dê bem. Há um outro detalhe muito importante que deveria aposentar a linguagem. O fato de até hoje não haver nenhum programa reconhecido escrito com ele. São sempre programas pequenos que se limitam a fazer coisas básicas e que poderiam ser facilmente escritos em outra linguagem. Ainda assim, esses programas apresentam problemas. O atualizador do Ubuntu por exemplo, costuma notificar que há atualização quando não há, ou quando estou justamente fazendo a atualização.


Openshot é escrito em Python.

O Openshot é um aplicativo de edição de vídeos básico, mas que simplesmente não é atualizado com frequência é em intervalo de vários meses e até 1 ano. Nele, se você ao revisar o vídeo e deixar o progresso chegar até o final, todo o sistema operacional trava, independente do tempo de vídeo, obrigando a você cortar a energia. Isso é trágico!

Conclusão

Grandes programas são escritos em outra linguagem que não é o Python. Programas importantes no mundo do Linux como o Gimp e o Inkscape, escritos em C e C++ respectivamente (segundo o Wikipedia), estão firmes e fortes em popularidade. Demorei para reconhecer e só reconheci quando vi com meus próprios olhos. Mas um erro que eu reconheço ao espalhar por ai que a onde é Python, mesmo dizendo que não sou programador, e devo pedir desculpas.

Mas calma ai! Você que usa Linux. Eu pensei em programar em Python porque ele está instalado por padrão nos Linux. Bom, o C e C++ também estão todos instalados por padrão no Linux, então tá ai a solução. Eu sei que o pessoal fala que é mais difícil, mas a experiencia mostrou que é bom olhar com nossos próprios olhos.

Extra: Onde Aprender

Além da apostila de C/C++ que disponibilizei no link também tenho o PDF em JAVA da parceria do ministério da educação com o estado do Piauí e com o estado de Minas Gerais (Esse tenho certeza que é permitido porque foi disponibilizado no próprio sítio do Ministério da Educação). Mais se quiser começar desde o começo, há esse PDF de lógica de programação e C. É legal pra entender como surgiu a programação orientada a objeto sabendo como era a programação sem ele.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Instalando Mods no Minetest

Todo mundo conhece o Minecraft. O jogo é um sucesso e agora, felizmente, abandonou o Java e agora está todo programado em C. Isso melhora muito o desempenho do jogo. Mas o desempenho não é tão bom quanto o do Minetest, um jogo idêntico mas com a diferença de ser gratuito.


É claro que Minetest não poderia ser tão idêntico quanto o original. Quando nasceu, ele nasceu diferente. Mas nessa solução gratuita é possível instalar modificações que podem tornar o jogo mais parecido com o Minecraft. Nesse artigo eu vou mostrar como instalar "mods" no Minetest do GNU/Linux (Para aqueles que tem Windows, eu não tenho o tutorial aqui).

O Minetest está disponível no Ubuntu Software, então você pode baixá-lo lá que é bem fácil. Em seguida, para instalar as modificações, você apenas extrai o arquivo .zip para a pasta "/usr/share/games/minetest/games/minetest_game/mods/" do jogo. E é só isso. É fácil mas talvez as pessoas queiram uma segurança. O mod "Crafting" deixa a grade do seu inventário igual ao do Minecraft, e o "cme" adiciona criaturas. Veja só como eu fiz:

Esse mod é o que torna o Minetest com o mesmo processo de criação do Minecraft.

Adiciona criaturas.
Veja que as pastas "cme" e "Crafting" estão lá agora.


Os Mods podem ser baixados no sítio do Minetest, e além de ter essas modificações, há muitas outras que você poderá baixar e usar. É sempre bom ter uma solução do seu jogo favorito que seja gratuito. E esse artigo foi criado com base no Ubuntu 16.04 LTS 64 bits.

domingo, 8 de maio de 2016

Apparmor padrão no Ubuntu 16.04

O Ubuntu 16.04 LTS foi lançado a pouco tempo. Aos poucos as atualizações estão sanando os problemas até que a versão 16.04.1 seja lançada, versão recomendada para atualização definitiva. Já vi atualizações do XINIT e xstart, do gnome-software, e do próprio atualizador. O Ubuntu vai ganhando o corpo necessário para se tornar um sistema seguro. 

Segurança

Mas há algo que aumentou de forma extraordinária a segurança no Ubuntu 16 em relação as versões antigas. O Apparmor, um aplicativo para o controle de acesso mandatório, vem instalado e operando por padrão no Ubuntu 16.04. Isso vem para enfraquecer o SELinux do NSA, e significa também um sistema infinitamente mas seguro que o anteriores. Principalmente contra invasões ou possíveis malwares que venham a ser feitos para o sistema. O controle de acesso mandatório (MAC) não funcionava nas versões LTS anteriores. O que possibilitava ao administrador do Ubuntu escolher entre a instalação do SELinux, Apparmor, Smack ou outros.


Mas porque o Apparmor acrescenta significativa segurança ao Ubuntu? É fácil saber porquê se você souber como funciona. Antes, bem antes, os sistemas GNU/Linux contavam como segurança com o firewall, o TCP Wrappers, o umask e o controle de acesso a diretórios (as famosas permissões de acesso a arquivos e pastas). O MAC é aquela camada de segurança que nenhuma dessas outras ferramentas consegue alcançar. Ele controla e monitora o acesso aos arquivos feitos pelos processos, ou seja, quais arquivos um aplicativo ou utilitário pode acessar.

Por que?

Pense bem, quantos processos no Linux estão operando e que, se fossem maliciosos, poderiam estar acessando arquivos importantes sem você saber e de qualquer lugar do HD, já que ele rodam como root. Abra o console e digite ps aux veja a quantidade de processos que estão rodando cujo dono é você e quantos o root rodou automaticamente porque o sistema precisa deles para operar.

Conclusão

Não há dúvida agora de como o sistema ficou muito mais seguro agora não é? O Ubuntu 16.04 é um trabalho profissional. Uso ele desde que ele foi lançado no dia 21, e não me arrependi de ter ele como meu sistema principal. Se ficou curioso com algo que você não entendeu, tente o manual do Debian, é muito generoso.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ubuntu 16.04 LTS

Lançado o Ubuntu 16.04 e eu decidir instalá-lo o quanto antes. Dessa vez, nada de atualizar, fiz uma instalação limpa. Não porque eu achava que daria problema dessa vez, mas porque eu achava que essa versão viria com muitas novidade. Então, aproveitei para particionar o HD da forma que eu mais preferiria e dessa vez, instalei a versão 64 bits do sistema. Nenhum problema, a instalação não levou nem 15 minutos, tive que me preocupar apenas com as configurações personalizadas que meu notebook exigia.

Configurações da tela (Resuloção e SIS 771/671


Em um artigo não muito antigo eu escrevi a solução para a resolução de tela no meu caso. Levei meses para encontrar a solução e fiquei com receio de não encontrar para esse sistema, já que ele viria com o servidor gráfico Mir. Se veio ou não, eu não sei, disseram que não por padrão. Só sei que no caso do Ubuntu 16.04 o "xorg.conf" deixou de existir como no 14.04. Agora é uma pasta com vários arquivos ".conf" com a configuração para cada placa.

Essa mudança foi uma das melhores, rasgo elogios, pois apenas tive que copiar o arquivo xorg.conf para a pasta e reiniciar o sistema, nem precisei renomear o arquivo. Se sua configuração é personalizada manualmente também, faça o teste. Salve o arquivo "xorg.conf" em um pendrive e depois copie dentro da pasta "/usr/share/X11/xorg.conf.d/" depois de instalar o Ubuntu 16.04. Excelente, você não precisa modificar os arquivos existentes e correr o risco de danificá-los sem saber consertar.

Instalação do Java oficial nessa nova versão. 

Se você acompanha esse blog deve saber que eu escrevi um artigo ensinando a instalar o JAVA oficial no Ubuntu 14.04. Mas agora estamos no 16.04, como ficou a instalação nesse sistema?

No 16 LTS, o OpenJDK não está instalado então você não vai precisar removê-lo, ao menos na versão 64 bits. O resto, nada mudou. Nem um detalhe. A não ser é claro, a pasta que identifica se a versão do sistema é 32 bits ou 64 bits. Clique no link e pode seguir o mesmo procedimento. Mais um ponto crucial para o Ubuntu. O JAVA está na sua versão 1.8.0_92 atualmente.

Novidades

Não posso acrescentar muito nesse caso, alias, que chato o sítio do Ubuntu não deixar essas informações mais fáceis. Vou listar algumas processas junto com a realidade que é o novo sistema.

  1. Sistema de inicialização systemd = Seria o substituto do upstart, mas o upstart ainda está lá apesar do systemd também está.
  2. Python 3 = O Python 3 já vem instalado por padrão, mais o 2 continua sendo o "python". Não é um grande problema.
  3. Servidor gráfico Mir = Também não é o padrão e o uso dele não ficou muito claro para mim.

Reconheço que o Ubuntu fez um grande esforço, mas continuo frustrado pela falta de definição. De qualquer forma, tudo ficou muito bem colocado.

Conclusão

Se você observar bem, as criticas se limitaram apenas a falta de novidades ao sistema. Isso porque o sistema ficou muito bom, ao menos para mim. A nova forma de configuração do "xorg.conf" foi um grande acerto, e isso pra mim foi o que mais contou nos pontos. O Ubuntu acaba nem parecendo um sistema gratuito, mas acredite, ele é.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

PC-BSD, é a opção mais econômica

Já falei sobre o FreeBSD nesse blog, agora vamos falar sobre o PC-BSD, a versão para Desktop que utiliza o Kernel FreeBSD. Não vou falar muitos detalhes sobre esse sistema operacional generoso e moderno. Isso porque ele é exatamente um S.O., assim como qualquer outro com benefícios e desvantagens. Mas nesse sistema tem um espaço especial por aqui por possui um benefício que você sempre quis ver no Windows e até nas distribuições Linux. Ter colocado um servidor e um cliente em um mesmo ISO para gravar em um disco.


A muito tempo o PC-BSD possui em uma ISO, dois sistemas operacionais. Antes é o PC-BSD e o FreeBSD, que eu considerava uma versão Estação de Trabalho e Servidor respectivamente. Conforme o tempo foi passando, vi mudanças na comunidade de tecnologia da informação que me assustaram. O OpenSolaris foi aposentado, o Slackware perdeu sua importância, o Kurumin NG não deu certo e o OpenOffice chegou a desaparecer. Fiquei com medo que essa súbita mudança também atingisse o "dual OS" no PC-BSD, porque se a tão poucos a fazerem, há uma evidente dificuldade em relação a isso. Felizmente isso não aconteceu.


Houve mudanças sim. Por alguma razão que eu desconheço, o FreeBSD não está mais no disco, mas ao invés de desaparecer com uma segunda opção, a equipe teve a brilhante ideia de criar um sistema servidor oficial, o TrueOS. Então por enquanto, as duas opções de sistema operacional em um disco (Desktop/Server) continua no PC-BSD, felizmente, e espero que continue assim por bastante tempo. Então se quiser um disco com esses dois tipos de sistema, basta baixar o PC-BSD que virá com os dois sistemas. Pra quem prefere mesmo o FreeBSD, você ainda pode baixá-lo no sítio oficial do projeto.

Truque para aumentar o desempenho do Windows sem instalar apps que podem ser vírus.

Queria ter um artigo "Tecnologia Hoje parte 4: Editores de textos no Android" pra postar aqui, mas não encontrei um editor de text...